José Sarney concordou com algumas medidas apresentadas por um grupo de parlamentares, para a moralização do Senado.
Entre elas, uma auditoria externa para analisar os contratos da casa e a redução de gastos e de pessoal.
O presidente do Senado, José Sarney, determinou nesta terça-feira que todos os diretores da casa coloquem os cargos à disposição. O afastamento atinge 131 servidores.
O Senado anunciou a extinção de 50, dos 181 cargos de diretores. A casa tem tantas diretorias que muitos senadores nem sabem para que servem muitas delas.
Sem mais ter como fugir dos discursos em plenário, o presidente do Senado, José Sarney, assistiu ao líder do PSDB, senador Arthur Virgílio, questioná-lo sobre sua insistência em se manter no cargo, a despeito da crise.
Sarney ouviu calado, sem esconder o desconforto.
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A Câmara entrou com um pedido formal solicitando as imagens gravadas pelo circuito interno de TV do Planalto.
As imagens são importantes para checar se houve o encontro entre a ex-secretária da Receita Federal, Lina Vieira e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff.
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A Comissão de Sindicância para apurar as denúncias da existência de cerca de 650 atos secretos, editados ao longo dos últimos 14 anos no Senado, terá o prazo de sete dias para concluir as investigações, segundo determinação do presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP).
Ela será formada por três servidores do Senado: Alberto Moreira de Vasconcellos Filho, Gilberto Guerzoni Filho e Maria Amália Figueiredo da Luz.
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Os senadores do DEM decidiram pedir o afastamento temporário do presidente da Casa, José Sarney.
O objetivo, segundo o partido, é garantir para a opinião pública a isenção e a credibilidade do Senado.
A decisão foi tomada em reunião de bancada, que teve a presença do presidente da legenda, o deputado Rodrigo Maia.
O líder do DEM, José Agripino, explicou que o partido defende o afastamento de Sarney até que as investigações sejam concluídas.
Segundo ele, a decisão foi consensual. O presidente do Senado está envolvido em denúncias de irregularidades promovidas por atos secretos, usados para criar cargos, nomear parentes e amigos e aumentar salários.
O plenário aprovou a PEC que aumenta o orçamento destinado à pasta da Educação.
Na CPI da Petrobras, a oposição abandonou a sessão, em protesto às decisões da maioria governista.
Em relação ao censo da casa, José Sarney ameaçou demitir os servidores que não se cadastraram.
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O Conselho de Ética do Senado deve decidir, nesta quarta-feira, sobre os 11 pedidos de investigação contra o presidente da casa, José Sarney.
O presidente do Conselho, Paulo Duque, poderá arquivar todos os pedidos ou nomear um relator para analisá-los.
E Sarney revalidou 36 atos secretos, alegando que foram assinados pela mesa diretora.
José Sarney determinou também a abertura de processo para analisar individualmente a situação de 79 servidores nomeados secretamente.
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As eleições para as presidências do Senado e da Câmara acontecem na próxima segunda-feira.
No Senado, O PSDB resolveu apoiar o candidato do PT, Tião Viana, ao invés de José Sarney, o que fez esquentar o clima.
A senadora Roseana Sarney, do PMDB, tentou minimizar o apoio tucano ao adversário.