Jovens anarquistas saíram em marcha pelas ruas de Atenas para pedir mais direitos aos imigrantes ilegais da Grécia.
Os confrontos começaram quando a manifestação chegou a um bairro de imigrantes, onde grupos de direita exigiam que os imigrantes saíssem do local.
O grande número de estrangeiros ilegais em certas regiões da cidade incomoda partes dos moradores e os ataques racistas nessa áreas são cada vez amis comuns.
Confusão na província de Xinjiang na China.
Ao menos 140 pessoas morreram após confrontos entre manifestantes e policiais.
Autoridades responderam com violência aos protestos que tomaram conta da cidade de Urumqi, capital da província.
Segundo a imprensa estatal do país, mais de 800 vítimas teriam ficado feridas.
O motivo da revolta foi o linchamento de um grupo de pessoas da etnia muçulmana uigur em uma fábrica localizada no sul da China, que matou duas pessoas e feriu outras 118.
Um confronto em uma prisão, no norte do México, deixou 19 mortos e 26 feridos na noite de sexta-feira.
Os detentos usaram facas, armas de fogo e até granadas nos embates, que envolveram diversos grupos rivais.
O estado de Durango integra o "Triângulo Dourado, ao lado de Sinaloa e Chihuahua - região que concentra o narcotráfico e também é conhecida pela violência entre os cartéis.
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Os confrontos entre as etnias han e uigur, registrados na região de Xinjiang, na China, deixaram mais de 150 pessoas mortas, segundo o governo chinês.
Apesar do aumento da presença de policiais e militares, a situação permanece tensa.
Protestos violentos foram registrados em várias cidades do mundo em meio ao aumento do desemprego.
Na Turquia, centenas de pessoas saíram às ruas de Istambul, para exigir melhores condições de trabalho, e mais empregos.
Os militares usaram canhões d´água para dispersar os manifestantes.
Jovens atiraram pedras contra os policiais, que responderam com bombas de gás lacrimogênio.
Pelo menos 68 pessoas foram presas e 11 policiais ficaram feridos.
Confrontos violentos tomaram conta das ruas de Bangcoc, capital da Tailândia, depois que tropas do exército abriram fogo contra um grupo de manifestantes.
Os simpatizantes do ex-premiê Thaksin Shinawatra pedem a renúncia do atual primeiro- ministro Abhisit Vejjajiva.
Nas últimas horas, mais de 70 pessoas ficaram feridas.
Soldados do governo dispararam e avançaram em direção aos manifestantes num dos principais cruzamentos de Bangcoc.
Com as tradicionais “camisas vermelhas” que identificam a oposição, eles tomaram vários ônibus pra bloquear pontos estratégicos da cidade e chegaram a mandar dois deles em direção as tropas.
Os ativistas, dizem que o atual premiê, no poder há quatro meses, não foi eleito pelo povo e deve deixar o cargo para que novas eleições sejam realizadas.
Vejjajiva declarou estado de emergência e durante anúncio na tv estatal, pediu calma a população.
Há dias, os oposicionistas bloqueiam os acessos à prédios do governo e no sábado chegaram a provocar o cancelamento da reunião de cúpula da Asean.
A crise pode se aprofundar ainda mais em um das maiores potências do continente, depois que vários líderes recomendaram a seus cidadãos que evitem viagens a Bangcoc.
Após investir contra os jornalistas estrangeiros, o governo do Irã ataca agora sites e blogs da internet que divulgam notícias sobre os protestos dos últimos dias.
Desde o final de semana, o governo bloqueou o acesso de internautas à rede de relacionamento Facebook e ao microblog Twitter, tudo para evitar que imagens e informações sobre o que acontece no Irã se espalhem pelo mundo.
O controle sobre as informações que saem do país é cada vez maior.
Manifestantes pró-Manuel Zelaya voltam a entrar em confronto com forças de segurança de Honduras, em frente ao hotel onde ocorrem as negociações pelo fim da crise política.
Após o fracasso da missão da OEA, o diálogo entre o governo interino e representantes do presidente deposto segue, sem mediação.
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Quarenta talebans atacaram nesta quarta-feira, na região noroeste do Paquistão, um depósito da Otan e destruíram oito veículos.
Antes do amanhacer, os talebans atacaram o depósito no subúrbios de Peshawar, capital da província da Fronteira do Noroeste, afirmou o policial Mohamad Ehsanulah
Dois caminhões com alimentos para o mercado afegão foram totalmente destruídos, assim como outros seis contêineres em caminhões, mas que estavam vazios.
Professores, alunos e funcionários entraram em confronto com a PM, que reprimiu o protesto com bombas de efeito moral, gás pimenta e balas de borracha, na última terça-feira.
Várias pessoas ficaram feridas e pelo menos três foram presas.
A briga começou depois que os manifestantes tentaram bloquear a entrada principal da USP.
Há nove dias a PM ocupa o campus da universidade, sob o argumento de que os manifestantes impediam a entrada de quem queria trabalhar.