O presidente Barack Obama propôs nesta quinta-feira um "recomeço" nas relações entre os Estados Unidos e o mundo islâmico, mas não ofereceu nenhuma nova iniciativa para acabar com o conflito israelo-palestino, uma omissão que deve frustrar muita gente.
Em seu pronunciamento, Obama disse que os palestinos "devem abandonar a violência" e reconhecer o direito de Israel à existência.
Antes do discurso, Obama reuniu-se com o presidente egípcio, Hosni Mubarak, que governa desde 1981 e mantém rígido controle sobre a oposição.
O discurso é um esforço de Obama para recuperar a imagem dos EUA no mundo islâmico, abalada pelas políticas do seu antecessor George W. Bush, especialmente as guerras do Iraque e Afeganistão e os abusos contra presos em Guantánamo e outros lugares.
Tudo indica um recomeço nas relações entre os EUA e Cuba.
A Casa Branca anunciou que permitirá que as empresas de telecomunicações operem na ilha e suspenderá as restrições de viagem e remessa de dinheiro para familiares.
A decisão não suspende o embargo comercial estabelecido há 47 anos, mas assiná-lo é uma esperança de aproximação entre os dois países.
Durante a campanha presidencial, Barack Obama já tinha prometido tentar melhorar as relações diplomáticas com Cuba.
O anúncio foi feito em antecipação a participação do líder dos EUA na cúpula das Américas que acontecerá em breve em Trinidad.
Agricultores de uma pequena cidade no interior do Paraná contabilizam os prejuízos, após a passagem de um tornado, na madrugada de quinta-feira.
Os ventos de 100Km/h deixaram um rastro de destruição.