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adicionar Após tomar posições, Israel divide Gaza em três e intensifica busca por milicianos à Playlist
O Exército israelense iniciou nesta segunda-feira uma nova fase da invasão terrestre que consiste na destruição da ´infra-estrutura terrorista´em terras palestinas, informaram fontes militares.
Esta etapa intensifica a busca de esconderijos de armas e milicianos, após uma noite em que a Força Aérea israelense bombardeou cerca de 30 alvos na Faixa da Gaza.
Mais de 70 palestinos morreram desde que, no sábado passado, as tropas e tanques israelenses invadiram a região, segundo fontes médicas.
Depois de tomar posições, Israel dividiu Gaza em três para evitar que as milícias recebam reforços, o que impede a livre movimentação no território onde vivem mais de 1,5 milhão de pessoas.
Pelo menos 1,2 milhão de pessoas no mundo inteiro vivem sem acesso à água potável – um quarto deles em áreas de guerra.
O recente conflito em Gaza danificou seriamente a infra-estrutura de abastecimento de água.
A comunidade palestina da Bolívia protestou nesta terça-feira em La Paz, junto com ativistas pelos direitos humanos e imigrantes muçulmanos, contra os ataques do Exército israelense em Gaza.
Cerca de 200 pessoas marcharam pela principal avenida do centro de La Paz pedindo o fim das hostilidades de Israel na Faixa de Gaza, que desde o dia 27 de dezembro matou mais de 600 palestinos e deixou outros 2.600 feridos. Carregando bandeiras palestinas, os manifestantes, que exigiram o fim do conflito e pediram a paz na região, acabaram desistindo de protestar em frente ao consulado israelense, como pretendiam inicialmente. O médico palestino Aiman Altaramsi, que vive na Bolívia, disse à Agência Efe que o protesto foi organizado para "condenar os atos de genocídio e os massacres que estão acontecendo na Faixa de Gaza". "O Estado sionista de Israel (...) está bombardeando casas de civis, escolas, universidades e mesquitas", denunciou Altaramsi. "Onde estão os direitos humanos? Por acaso Israel vai poder continuar, como sempre, massacrando o povo da Palestina?", perguntou. Na semana passada, o presidente da Bolívia, Evo Morales, classificou a ofensiva de Israel de "selvagem, desumana e criminosa", e pediu que o Estado judeu "deixe de ser um instrumento do império para humilhar o povo palestino".
Quase extinto na Grã-Bretanha há 300 anos, a população de javalis voltou a crescer.
Para alguns, o animal é perigoso e uma ameaça a colheitas e propriedades.
Mas muitos não escondem o sonho de ver o animal correr livremente pela natureza e tomando conta de seu território original no país.
Crianças no sul de Israel estão se expondo ao perigo, em meio ao contínuo bombardeio dos foguetes do Hamas, e colecionando estilhaços de foguetes nos locais sob ataque do grupo radical.
O desmatamento anual na Amazônia, medido entre agosto de 2007 e julho de 2008, aumentou 3,8%.
O levantamento foi divulgado nesta sexta-feira pelo Inpe - o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.
Equatorianos protestaram diante da embaixada de Israel em Quito, contra os ataques à Faixa de Gaza, e se juntaram, assim, às manifestações que acontecem em vários países do mundo. Os cidadãos percorreram diversas ruas de Quito, desde um parque no centro da cidade até chegar à sede da diplomacia israelense. Cerca de 200 pessoas estiveram na mobilização.
Embora o protesto fosse pacífico, os ânimos esquentaram quando o grupo chegou à embaixada. Alguns participantes pintaram a fachada de preto, além de jogar ovos e sapatos contra o prédio. Os organizadores também aproveitaram a ocasião para convocar uma nova manifestação, na próxima quinta-feira, diante do Ministério das Relações Exteriores. O objetivo é exigir à Chancelaria que expulse o embaixador israelense no Equador.
A comunidade internacional prometeu nesta segunda-feira em Sharm el-Sheikh, no Egito, uma ajuda de 4,481 bilhões de dólares para a reconstrução de Gaza e a retomada da economia palestina. A vida dos moradores de Gaza segue difícil, seis semanas após o fim da guerra entre o território palestino e Israel.
Os colégios eleitorais abriram na Índia para 94,6 milhões de pessoas convocadas às urnas na quarta e penúltima fase das eleições legislativas do país, que se desenvolve no território de Délhi e em sete estados indianos.
Os colégios eleitorais, um total de 129.103, abriram as portas às 7h (22h30 de Brasília), segundo o horário previsto pela Comissão Eleitoral.
Nesta fase votam os estados de Bihar, Haryana, Caxemira, Punjab e Uttar Pradesh, norte, Rajastão, no oeste, e Bengala, no leste, além do território nacional de Délhi (NCTD).
Os eleitores escolhem 85 legisladores dos 543 que compõem a Câmara Baixa do Parlamento (Lok Sabha), entre um total de 1.315 candidatos (119 mulheres), segundo dados da Comissão.