A apresentadora de TV Adela Lupse, da emissora local National TV na Romênia, se descontrola e destrói um telefone ao vivo. Tudo porque não recebia ligações dos telespectadores.
A música "Blowing in the Wind" de Bob Dylan ganhou uma paródia feita por um advogado mineiro.
Veja o resultado!
Arqueólogos recuperaram ruínas da cidade de São João Marcos, no Rio de Janeiro. O local foi destruido há 70 anos, para dar lugar a uma barragem.
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Por muito pouco, a Terra não protagonizou uma cena de filme de ficção.
Um asteróide do tamanho de um prédio de 10 andares passou bem pertinho do planeta.
Foi uma surpresa, até para os astrônomos.
O choque causaria uma destruição mil vezes maior do que a da bomba atômica de Hiroshima.
Por muito pouco, a Terra não protagonizou uma cena de filme de ficção.
Um asteróide do tamanho de um prédio de 10 andares passou bem pertinho do planeta.
Foi uma surpresa, até para os astrônomos.
O choque causaria uma destruição mil vezes maior do que a da bomba atômica de Hiroshima.
Rompimento de barragem no Piauí provoca mortes e destruição.
Nove mil pessoas estão desabrigadas em Rio Branco, no Acre, por causa das fortes chuvas que atingem a região.
A chuva não deu trégua no início do fim de semana prolongado, no Nordeste. Em Salvador, o temporal causou destruição.
O procurador-geral da cidade de L'Aquila, Alfredo Rossini, abrirá uma investigação sobre os materiais e métodos utilizados na construção dos edifícios locais, depois de terem cedido "facilmente" após o terremoto que atingiu a região.
Segundo o presidente da Associação Nacional de Construtores italiana (Ance), Paolo Buzzetti, "o cimento armado, se tivesse cumprido as normas, teria que resistir" ao terremoto, que chegou a 5,8 graus de intensidade na escala Richter.
Um dos engenheiros da Defesa Civil italiana, Paolo Clemente, assegurou que "o cimento (utilizado em alguns dos edifícios de L'Aquila) não era de qualidade".
Defesa Civil de São Paulo demoliu nesta quinta-feira os barracos localizados em áreas de risco no morro do Socó, em Osasco.
As famílias que não tinham para onde ir foram encaminhadas a abrigos provisórios.
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Nove meses após a guerra entre a Rússia e a Geórgia pela disputada região da Ossétia do Sul, as pessoas que vivem na localidade ainda esperam pela reconstrução de suas casas e por serviços básicos.