Após 13 dias de combates intensos entre Hamas e Israel, surge uma nova ameaça.
Hoje, o Líbano lançou quatro foguetes contra o norte do território israelense. Pelo menos duas pessoas ficaram feridas.
A polícia disse que os explosivos caíram perto da cidade de Naharya, a poucos quilômetros da fronteira com o Líbano.
O exército israelense respondeu com cinco mísseis.
Por enquanto, nenhum grupo assumiu a autoria desses disparos.
O Hamas já negou responsabilidade. É a primeira vez que os dois países se enfrentam desde o fim da guerra de Israel contra o Líbano, em 2006.
A coalizão pró-ocidental venceu as eleições parlamentares deste domingo no Líbano, anunciou o ministro do Interior, Ziad Barud.
Em entrevista coletiva, Barud anunciou que, apurados todos os votos, a coalizão Forças 14 de Março elegeu 71 legisladores.
Já a aliança pró-síria liderada pelos xiitas do Hezbollah garantiram 57 das 128 cadeiras do Parlamento.
Leia mais no Último Segundo:
Hezbollah afirma que vai conservar as armas
Jogos de futebol são destaque em jornais de todo o mundo, mas não no Líbano.
Em uma tentativa de reprimir a violência dos torcedores nas partidas, organizadores decidiram realizar as disputas a portões fechados.
Mas depois de três anos, os clubes querem desfazer a medida que está afetando seus cofres.
Hariri, Jumblatt, Gemayel – nomes de antigos líderes libaneses assassinados que seguem vivos na política do país por meio de herdeiros.
Dinastias políticas são fortes no Líbano e inúmeros filhos e filhas, mantendo a tradição, concorrem nas eleições parlamentares em junho de 2009 no país.
É dia de eleição no Líbano, mas muitos eleitores parecem preferir ir a praia.
Muitos cidadãos, porém, apostam nessas eleições como decisivas para o futuro do país.
As previsões apontam para uma disputa apertada entre a coalizão 14 de Março (pró-Ocidente, que reúne os principais grupos sunitas, cristãos e drusos do país), atual maioria no Parlamento e o grupo 8 de Março, liderado pelo Hezbollah e que é apoiado por Síria e Irã.
Leia mais no Último Segundo:
Colégios eleitorais fecham no Líbano, após jornada tranquila
O Líbano é frequentemente apresentado como uma exceção no Oriente Médio em matéria de liberdade sexual. Mas, mesmo neste país, gays e lésbicas correm perigo.
Com medo de um surto de gripe suína, Mohamed Khalifah, ministro da Saúde do Líbano, pediu que as pessoas abandonem o "beijo social".
O pedido foi feito durante uma coletiva para falar sobre a possibilidade do vírus H1N1 chegar ao país.
O ministro Mohamed Khalifah disse que os libaneses devem evitar beijar no rosto pessoas resfriadas ou com gripe.
Segundo ele, este não é o momento para este tipo de cumprimento. Nas ruas, a declaração do ministro dividiu opiniões. Este homem diz estar preocupado com a eventualidade de um surto de gripe suína no Líbano, mas que evitar as pessoas não é apropriado.
Os libaneses-americanos voltam para casa para voltar naquela que já é chamada de eleição mais importante dessa geração.
O primeiro-ministro libanês, Saad Hariri, formou um governo de unidade nacional que põe fim a um impasse de quase cinco meses nas negociações com o Hezbollah.
Leia mais no Último Segundo:
EUA expressam satisfação com novo Governo no Líbano
ACOMPANHE AS NOVIDADES DA TViG PELO TWITTER: http://twitter.com/tvig
Dvds, roupas de grife, programas de computador e perfumes, o Líbano é o paraíso das falsificações. O governo está preocupado, já que a pirataria pode pesar contra a adesão do país à Organização Mundial do Comércio (OMC).