A ofensiva militar de Israel sobre a faixa de Gaza entra em seu décimo sexto dia e parece longe do fim. O Exército israelense entrou, pela primeira vez, na cidade mais populosa do território palestino.
Fontes médicas palestinas afirmam que 29 pessoas foram mortas na Faixa de Gaza neste domingo - 17 delas na Cidade de Gaza.
O exército israelense promete intensificar os ataques aéreos e terrestres.
Por outro lado, o Hamas diz que enquanto Israel não abrir todas as fronteiras da Faixa de Gaza, não haverá negociação.
O impasse só aumenta a angústia da população de Gaza que além da violência, se preocupa com a falta de alimentos, água, roupas e remédios.
Obama prega fim de uma era de desconfiança com mundo muçulmano.
O presidente americano, Barack Obama, propôs nesta quinta-feira no Cairo que se vire a página de "um ciclo de desconfiança e de discórdia" entre os Estados Unidos e o mundo muçulmano, assim como o fim do conflito entre israelenses e palestinos.
O presidente dos EUA Unidos Barack Obama e Nicolas Sarkozy, presidente francês, estabeleceram um consenso em relação aos problemas no Oriente Médio, no Irã e na Coreia do Norte.
Obama disse que gostaria de ver uma "séria e construtiva" paz no Oriente Médio e que estava disposto a discutir e encontrar uma solução para o conflito entre Israel e os palestinos.
Obama, que vê a questão como crucial para melhorar a imagem dos EUA no mundo muçulmano, proferiu este discurso dois dias depois de propor no Cairo, o que chamou de um "novo começo" entre os muçulmanos e os Estados Unidos.
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Na reportagem curiosa, Suzana Kaham mostra como faz bordados em toalhas para a comunidade judaica de todo o país.
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Uma cartilha neonazista apreendida pela polícia gaúcha revela como agem os grupos radicais. O manual prega a intolerância contra judeus, homossexuais, negros e nordestinos.
A declaração de um bispo gaúcho sobre as mortes na Segunda Guerra Mundial provoca polêmica no Rio Grande do Sul.
O religioso disse que não é justo centralizar o drama nos judeus, e esquecer católicos e ciganos, mortos no conflito.
Despejados de suas casas pelo governo de Israel, os integrantes desta família muçulmana decidiram fazer a única refeição diária a que tem direito no meio da rua.
Moradores da parte árabe de Jerusalém, eles viram sua casa ser entregue a assentados judeus, mas se recusam ir embora.
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Os israelenses celebraram a festa religiosa do Purim, que lembra o dia em que judeus escaparam de um massacre na Pérsia, há 2500 anos, graças à intervenção da rainha Esther.
O grupo opositor egípcio "Irmãos Muçulmanos" disse que o discurso pronunciado no Cairo pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, na última quinta-feira, faz parte de uma "campanha de relações públicas" que não devolverá os direitos perdidos pelo mundo islâmico.
"As expressões amistosas e a retórica decente que Obama usou em seu discurso não alcançarão a justiça nem devolverão os direitos dos muçulmanos, seja na Palestina, Iraque, Afeganistão ou Paquistão, ou em outro país islâmico", ressalta a organização em comunicado.
Cidades israelenses amanheceram desertas nesta segunda-feira (28/09), por conta do Yom Kippur, o Dia do Perdão.
Do entardecer de domingo até a noite de segunda-feira, emissoras de rádio, cadeias de televisão nacionais estão sem programação. Espaço aéreo, marítimo e as fronteiras também estão fechadas.
Na maior parte dos portais de notícias as informações não são atualizadas durante as 25 horas do chamado "Sábado dos Sábados", nas quais também não estão abertas as lojas 24 horas que funcionam normalmente no restante do ano.
Os fiéis judeus dedicam Yom Kippur ao jejum e à oração, que se estende do início da noite de domingo até às 18h na hora local desta segunda, (12h pelo horário de Brasília).
Há séculos, as pessoas respeitam o pacto de silêncio durante o período, deixando os carros nas garagens. Muitos aproveitam as estradas vazias para fazer excursões de bicicleta. As Forças de Segurança israelenses decretaram estado de alerta no norte do país.
No ano passado, ocorreram enfrentamentos na cidade de Akko, entre as comunidades judaica e árabe, um membro desta última atravessou de carro em um bairro judaico.
Em Jerusalém, as forças policiais e do Exército controlam os acessos à parte árabe onde circulam veículos e interromperam as ruas para que os residentes não possam ir à parte judia.
Nos últimos dias, dezenas de milhares de turistas judeus chegaram a Jerusalém para celebrar o Yom Kippur, orando em frente ao Muro das Lamentações, o lugar mais sagrado para o judaísmo.
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Jerusalém em tensão antes do Yom Kippur
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