Crianças e adolescentes sofrem abusos sexuais dos próprios familiares na Ilha de Marajó.
Outro problema na cidade é a prostituição. Meninas vendem o corpo por até um cachorro quente.
O disque denúncia recebeu, em 2008, mais de 25 mil ligações com relatos de agressões à mulheres, em todo o país.
Agora, o caso do médico acusado de abuso sexual, por pelo menos 60 pacientes, levanta uma importante discussão.
Uma brecha na lei, faz com que o estupro seja tratado com menos rigor do que uma agressão.
Segundo o Ministério Público a cada oito minutos um caso de abuso sexual contra criança é registrado no Brasil.
Os crimes contra crianças e adolescentes, vítimas de pedófilos que usam a internet, tiveram um crescimento expressivo.
No Rio de Janeiro, uma cartilha infantil está ajudando a combater esse tipo de atrocidade.
A Justiça identificou com a ajuda de psicólogos mais 12 vítimas da rede de pedofilia de Catanduva, no interior de São Paulo. Até agora 36 crianças já relataram casos de abuso sexual.
Sobe para 45 o número de mulheres que já denunciaram o médico especialista em reprodução humana, Roger Abdelmassih. Ele é acusado de assédio sexual. Além disso, Abdelmassih também responde a processos por práticas médicas ilegais.
Uma mulher de 39 anos está sendo acusada de agredir crianças sexualmente e distribuir imagens indecentes a elas, no interior da Inglaterra.
Vanessa George foi presa em Plymouth, após a polícia apreender uma câmera e computadores na creche onde trabalhava.
Os pais das vítimas reuniram-se fora do tribunal, enquanto a mulher recebia as acusações que envolviam crianças menores de 13 anos.
A creche "The Little Ted Child Day Unit" em Plymouth permanece fechada.
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Duas mulheres que vivem no exterior também acusam o ex-médico Roger Abdelmassih de abuso sexual.
Hoje, Roger está preso acusado de cometer 56 estupros.
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