Chocolateiro italiano mostra templo do cacau na África

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Comida | 20/08/2011 - 18h33

Por trás de uma simples casa na ilha de São Tomé, no Golfo da Guiné, se encontra um templo da gastronomia.


Seu dono é Cláudio Corallo, um chocolateiro italiano que veio para a África nos anos 1970 para cultivar cacau.


Há 18 anos ele vive ali, transformando o cacau da ilha em chocolate gourmet.


As amêndoas de cacau secas e fermentadas são tostadas. Depois, o grão é extraído e moído em forma liquefeita.


Todo o chocolate de Corallo é feito à mão e tem alto teor de cacau.


E ele despreza o chocolate produzido em larga escala encontrado na maioria das lojas.


São Tomé e Príncipe já foram conhecidas como as ilhas do cacau – árvores de cacau cobrem um terço do país, e até hoje é o principal produto de exportação.


Mas, Corallo é o único a fabricar o chocolate aqui. Ele exporta cerca de uma tonelada e meia por mês para lojas de luxo de todo o mundo.


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