Londres discute opções para caos no transporte público durante os jogos

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Olimpíadas 2012 | 20/02/2012 - 11h21

Há seis meses das Olimpíadas, Londres está tentando resolver como vai absorver três milhões de visitantes em uma cidade já abarrotada de habitantes.


O prefeito Boris Johnson disse que vai utilizar os transportes públicos da capital britânica para ir aos Jogos Olímpicos e aconselha outros VIPs a fazer o mesmo.


Os jogos vão durar somente duas semanas, mas milhares de estrangeiros se movimentarão pela cidade, fazendo uso de um sistema de transporte que já não dá conta do volume normal de passageiros.


Há quem sugira que Londres pare durante as Olimpíadas, mas a exemplo de algumas cidades que sediaram as competições a população vai herdar um sistema melhor de transporte público, que vem recebendo uma carga massiva de investimentos nos últimos anos, em um total de US$ 10,3 bilhões (R$ 17.7 bilhões).


Os jogos acontecerão na região central da capital britânica e não nos seus subúrbios, informa Peter Handy, o responsável pelo sistema de transporte urbano. Este é um desafio a mais para um planejamento mais cuidadoso nesse setor que é vital para o sucesso de qualquer Olimpíada ou evento dessa magnitude.


Os londrinos já sabem que podem enfrentar atrasos de até meia-hora nos horários de pico. O Estádio Olímpico, por exemplo, fica a apenas algumas estações do centro financeiro, mais conhecido como "City".


"O sistema mal funciona nos dias normais. Haverá ainda mais gente por aqui e acho que isso não vai dar certo", diz uma usuária do metrô, na estação Canary Wharf, que fica próxima ao estádio. Outro diz que já é um horror quando tem algum atraso. "Com o número de pessoas que estão anunciando, duvido que não afete o trânsito", declara.


Rotas especiais serão criadas nas ruas da cidade para transportar os cerca de 80 mil atletas, além das equipes técnicas e alguns patrocinadores. Os taxis, no entanto, não poderão usá-las.


Diante do cenário, muitos planejam fugas. Um senhor afirma que vai para a Espanha. "Não aguento! Já tem trânsito agora sem os Jogos Olímpicos, sem nada. Já imaginou como vai ser? Um caos!", reclama.


Às empresas, foi pedido que liberem os funcionários ou que os deixem trabalhar em casa. Mas teme-se que a mudança da rotina dê em prejuízos de milhões de dólares aos londrinos.


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