Ataque seria pior sem ação de sargento

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Brasil | 07/04/2011 - 16h24

De acordo com o comandante do 14º Batalhão da PM em Bangu, Djalma Beltrami, o resultado do ataque na escola nesta quinta-feira (07/04) seria muito pior, se não fosse a ação do sargento Márcio Alves.


O policial estava em operação de repressão ao transporte irregular quando viu crianças sujas de sangue e correu para a Escola Municipal Tasso da Silveira, no bairro de Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro.


Segundo o sargento, as crianças choravam muito e pediam socorro. Ele, então, correu para o colégio e, na porta, ouviu tiros. Sozinho, Alves entrou na escola e se deparou com o atirador Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, no corredor.


Fardado, o PM efetuou disparos de pistola em direção do artirador e pediu para ele largasse as armas. Atingido na perna, Wellington caiu na escada e, segundo o policial, se suicidou com um tiro na cabeça.


Ao menos 11 pessoas morreram e outras 13 ficaram feridas. A informação foi confirmada pelo relações-públicas do Corpo de Bombeiros, tenente-coronel Evandro Bezerra.


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