Capitão do Exército simula tiro de fuzil

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Brasil | 10/04/2013 - 11h24

Para o capitão Schittler, 36 anos, que já serviu na Brigada de Operações Especiais e conhece o equipamento, o simulador tem grandes vantagens.

 

“Empenha-se pouca gente, e o êxito do treinamento é muito maior. O material permite ao atirador corrigir falhas antes de disparar com munição real. Não é só a economia do custo da munição. Quando se faz um treinamento do gênero, toda uma estrutura é mobilizada, como médicos, equipe de apoio”, afirmou.

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