Carta do atirador diz palavras desconexas

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Brasil | 07/04/2011 - 21h02

Na carta encontrada com o atirador, Wellington Menezes de Oliveira diz palavras desconexas e dá orientações de como deverá ser feito o seu enterro.


Na manhã desta quinta-feira (07/04), Wellington invadiu a Escola Municipal Tasso da Silveira, no bairro de Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro, e disparou contra alunos e funcionários. Ao menos 11 pessoas morreram e outras 13 ficaram feridas.


Em um trecho da carta, ele se dirige a quem chama de impuros, e diz que somente os castos e os que não cometeram adultério poderão tocá-lo sem luvas.


"Primeiramente deverão saber que os impuros não poderão me tocar sem usar luvas, somente os castos ou os que perderam suas castidades após o casamento e não envolveram em adultério poderão me tocar sem luvas”, escreveu.


Ele ainda escreveu que nada que seja impuro poderá tocar seu sangue. O trecho comprova a premeditação do crime.


O atirador deixa um recado àqueles que forem cuidar do sepultamento: “deverão retirar toda a minha vestimenta, me banhar, me secar e me envolver totalmente despido em um lençol branco que está nesse prédio, em uma bolsa que deixe na primeira sala do primeiro andar”.


Em outro trecho, o homem pede para que um fiel seguidor de Deus vá a sua sepultura e ore pedindo para que ele seja perdoado. "Preciso da visita de um fiel seguidor de Deus em minha sepultura pelo menos uma vez, preciso que ele ore diante da minha sepultura pedindo o perdão de Deus pelo o que eu fiz".

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