Caso Joaquim: Padrasto nega participação em morte

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Brasil | 14/11/2013 - 14h20

O padrasto de Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, o técnico de informática Guilherme Rayme Longo, de 28 anos, negou à Polícia Civil de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, ter participado da morte do menino. Em depoimento de mais de quatro horas, na tarde desta quarta-feira (13/11) o principal suspeito do assassinato disse ainda que se autoaplicou 30 doses de insulina da criança.

Longo é o principal suspeito do assassinato de Joaquim, que desapareceu na madrugada do dia 5. O corpo da criança foi encontrado em um rio, no domingo (10/11) após seis dias desaparecido. O padrasto, segundo seu advogado Antonio Carlos de Oliveira, também negou as afirmações da mãe de Joaquim, Natália Ponte, de 29 anos, de que eles tinham um relacionamento conturbado e que chegou a agredi-la. "Foram desentendimentos comuns, não houve agressão", afirmou o advogado.

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