Empresário receberá polícia em casa

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Brasil | 16/03/2011 - 20h05

O empresário Nenê Constantino, que está em prisão domiciliar, terá que receber pessoalmente uma autoridade policial em horários determinados pelo Departamento de Polícia, segundo informou o Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJ-DF).


Constantino responde pelo atentado contra a vida da testemunha João Marques dos Santos no processo que apura o envolvimento de Constantino de Oliveira com a tentativa de homicídio do ex-genro, Eduardo Queiroz Alves.


De acordo com o Ministério Público, Constantino teria mandado matar Santos como "queima de arquivo". O empresário, que é um dos fundadores da companhia aérea Gol, é ainda suspeito pela morte de um de um líder comunitário de Brasília, em 2001


Com a decisão, o desembargador Silvano Barbosa dos Santos, relator do processo, pretende certificar a presença do empresário em seu endereço residencial, na capital federal.


Inicialmente, foi determinado que um agente fizesse a escolta permanente do empresário, entretanto, o Departamento de Polícia Especializada (DPE) solicitou que fossem realizadas visitas ao acusado pois a manutenção exclusiva de uma autoridade causaria prejuízos à atividade policial.


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