Greve de policiais na BA é ilegal

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Brasil | 03/03/2011 - 22h17

A Justiça considerou nesta quinta-feira (03/03) ilegal a paralisação de policiais civis em Salvador. A categoria decidiu entrar em greve depois da morte do policial Valmir Borges Gomes.

No enterro do investigador, muitos colegas compareceram para se despedir. Eles estavam indignados com as circunstâncias em que Gomes, de 54 anos, foi morto.

O policial trabalhava na Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos e estava sendo investigado após a denúncia de extorsão feita por um rapaz suspeito de vender lança-perfume. O jovem teria dito que os policiais pediram dinheiro para não prendê-lo.

Segundo a polícia, quando foi morto no confronto com outros policiais na noite de quarta-feira (02/03), Gomes estava indo ao encontro da vítima da extorsão, que o havia denunciado à Corregedoria da Polícia Civil. Há informação de que outros dois homens estavam no carro do policial na hora do tiroteio, mas eles conseguiram fugir e estão sendo procurados.

Em assembleia na manhã desta quinta-feira (03/03), o Sindicato dos Policiais Civis do Estado da Bahia decidiu paralisar as atividades por 72 horas. Eles querem que o estado apresente os executores ou divulgue quem comandou a ação que terminou na morte do agente.

Porém, no final da tarde, a Justiça acatou um pedido da Secretaria de Segurança Pública e considerou o movimento ilegal.

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Palavras-chave: policiais , polícia civil , greve , Valmir Borges Gomes , bahia , morte ,

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