Justiça quebra sigilo telefônico de padrasto e mãe de Joaquim

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Brasil | 13/11/2013 - 10h32

A Justiça paulista autorizou nesta terça-feira (12/11) a quebra do sigilo telefônico da mãe e do padrasto do menino Joaquim Ponte Marques, encontrado morto neste domingo (10/11), em Barretos, no interior de São Paulo.

Com os dados, a polícia pretende rastrear os passos do padrasto do menino, Guilherme Longo, de 28 anos, apontado como principal suspeito do crime, na madrugada do último dia (4/11).
Longo e a mãe de Joaquim, a psicóloga Natália Ponte, de 29 anos, estão presos. Ambos negam ter matado a criança.

De acordo com o delegado João Osinski Júnior, uma das principais linhas da investigação é que Joaquim, portador de diabetes, teria recebido uma dose excessiva de insulina. Em seguida, o padrasto teria atirado o corpo dele no córrego Tanquinho, que desagua no rio Pardo. Durante as buscas pelo corpo, cães farejadores identificaram que o padrasto e o menino fizeram juntos o percurso entre a casa e a beira do córrego. O Instituto Médico Legal (IML) descartou a possibilidade de morte por afogamento.

Crédito: SBT Brasil 

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