´Número excessivo de pessoas contribuiu para a tragédia`, diz comandante dos bombeiros

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Brasil | 27/01/2013 - 14h33

De acordo com o Comandante do Corpo de Bombeiros, Guido de Mello, a Boate Kiss, tinha recebido uma notificação no final de 2012 para renovar o seu alvará de funcionamento.

 

Mello afirma que, na época, foi feita uma inspeção no local que concluiu que a casa tinha um plano de fuga para emergências.

 

Essa informação é contrariada pelos sobreviventes do incêndio, que garantem que não havia porta de saída ou qualquer iluminação que auxiliasse na evacuação. A falta de informação emergencial teria sido o motivo pelo qual muitos jovens tentaram pelos banheiros e acabassem morrendo.

 

O comandante ainda afirma que os mecanismos de segurança da boate tinham vazão para até mil pessoas, mas estima-se que havia, em média, dois mil na festa. Isso, segundo ele, foi um fator decisivo para a morte das vítimas.

 

Além disso, Guido atribui a tragédia ao show de pirotecnia, que é proibido por lei dentro das casas noturnas. Cerca de 90% dos mortos foram asfixiados pela fumaça tóxica e encontrados agonizando na porta doestabelecimento.

 

Crédito: SBT Brasil

 

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