Padrasto de Joaquim participa de reconstituição e é xingado por populares

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Brasil | 23/11/2013 - 11h41

A Polícia Civil realizou, nesta sexta-feira (22/11), a reconstituição da morte do menino Joaquim Ponte Marques, de três anos. O padrasto da vítima, Guilherme Longo, participou da simulação, foi xingado por populares e precisou usar um colete à prova de balas.

O homem, apontado pela polícia como principal suspeito, mostrou aos peritos todos os passos que diz ter dado na madrugada do dia 5 deste mês, quando o garoto sumiu.

O suspeito e os policiais dirigiram-se à casa onde o casal mora, no Jardim Independência, para dar início à reconstituição do crime. Às 15h30, os peritos, Castro e o promotor Marcus Túlio Nicolino já estavam dentro da residência do casal. Eles usaram um boneco para simular o menino.

Uma área de 800 metros perto da casa foi toda isolada e recebeu reforço da Cavalaria da PM. Mais de 50 policiais foram envolvidos na reconstituição do crime.

Crédito: SBT Brasil

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