Parentes se desesperam em busca de informações

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Brasil | 07/04/2011 - 20h50

Assim que souberam do ataque na manhã desta quinta-feira (7) na Escola Municipal Tasso da Silveira, no bairro de Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro, parentes de alunos correram para a escola. Eram centenas de pessoas desesperadas em busca de informações sobre as crianças.


De acordo com a Polícia Militar, um homem, identificado como Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, invadiu a instituição de ensino por volta das 8h e disparou contra alunos e funcionários.


“Hoje não é o seu dia de morrer”. Foi o que o atirador disse para a sobrinha de uma mulher. A arma estava apontada para a cabeça de Stéphanie, mas o tiro teve outro destino: um menino que estava ao lado, atingido friamente pelo assassino.


Na porta da escola, vizinhos, pais, funcionários e alunos se desesperavam em meio à chegada da polícia. As lágrimas e os gritos de desespero refletem uma manhã que jamais se apagará.


Os baleados foram levados para vários hospitais. Na instituição, que fica próximo da escola, a falta de informações aumentava a aflição.


Um detalhe que chamou atenção foi o número de meninas atingidas. Como se o atirador tivesse uma preferência. Pelo menos dez garotas morreram e outras 12 ficaram feridas. As que escaparam com vida disseram que em meio à confusão e gritaria, o assassino mandava que elas voltassem para as salas porque todas iriam morrer.

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