Sem aterro sanitário, catadores não têm renda no RJ

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Brasil | 25/04/2011 - 20h07

A desativação do aterro sanitário de Gramacho, no Rio de Janeiro, fará com que cerca de 2.500 catadores de lixo percam o lugar de onde tiram o pouco que conseguem. Eles ganham, em média, menos de um salário mínimo por mês.


O aterro chegou ao limite com 60 milhões de toneladas de lixo acumuladas. Até o fim do próximo ano, o local será fechado e o lixo recolhido diariamente no Rio será levado para o centro de tratamento de resíduos de Seropédica.


A solução para os catadores ainda depende da criação de um fundo de capacitação e apoio da prefeitura de Duque de Caxias. A venda do gás metano, produzido com a decomposição do lixo, poderia gerar uma verba de um R$ 1,4 milhão por ano para as cooperativas legalizadas.


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