Veja perfil de José Roberto Arruda

enviar por e-mail
* campos são obrigatórios
corrigir
* campos obrigatórios
Brasil | 12/02/2010 - 09h29

José Roberto Arruda iniciou sua carreira de servidor público como diretor da Novacap (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), ainda no fim dos anos setenta.

Em meados dos anos 80 tornou-se diretor da CEB (Companhia Energética de Brasília), período em que estreitou seus laços com políticos tradicionais, como José Aparecido de Oliveira e Joaquim Roriz.

Em 1994, com o apoio de Joaquim Roriz, foi candidato a senador pelo PP e venceu a disputa.

No ano de 2001, ainda exercendo o mandato de senador e ocupando a liderança do governo no Senado, envolveu-se, juntamente com o então senador Antônio Carlos Magalhães (PFL), na violação do painel eletrônico do Senado Federal, utilizado na votação que cassou o mandato do ex-senador Luís Estêvão.

No início negou a acusação com um incisivo discurso na tribuna no Senado, mas dias depois voltou a mesma tribuna, encurralado, para admitir a culpa e depois para renunciar ao cargo, evitando assim o processo de cassação do seu mandato, que poderia torná-lo inelegível por aproximadamente 9 anos. Foi afastado do PSDB e ingressou no PFL.

Pouco mais de um ano e meio após os escândalos, em 2002, foi candidato a deputado federal, tendo sido eleito o deputado federal mais votado do Distrito Federal e o mais votado do país em termos proporcionais.

No dia 27 de novembro de 2009, a Polícia Federal executou a Operação Caixa de Pandora, com o cumprimento de mandados de busca e apreensão na residência oficial do governador José Roberto Arruda, em secretarias do governo e em gabinetes de deputados na Câmara Legislativa.

Foram apreendidos computadores, mídias e documentos, além de 30 mil dólares, cinco mil euros e 700 mil reais.

Leia notícias do Brasil e do mundo no Último Segundo.

Palavras-chave: escândalo , renúncia , arruda , cassação , senador , história ,

Gostou?

VIDEOS RELACIONADOS

Ver todos