Votação do mínimo abre nova batalha

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Brasil | 23/02/2011 - 19h53

O Senado Federal vota na quarta-feira (23/02) o aumento do salário mínimo. Na Câmara dos Deputados, o PMDB garantiu 100% dos votos de sua bancada para o governo. Porém, no Senado, a fidelidade será menor.

O governo já sintonizava 57 dos 81 votos dos senadores. São 16 votos a mais que o necessário para aprovar o salário mínimo de R$ 545.

O petista Paulo Paim, que defendia uma antecipação do aumento do ano que vem, foi recebido pela presidente Dilma e se comprometeu a votar com o governo.

Restaram poucos dissidentes da base aliada, como o ex-governador do Paraná e atual senador Roberto Requião, que defendem o mínimo de R$ 560.

Sem chance de aprovar um salário mínimo maior, a oposição quer derrubar, seja no Senado, seja na Justiça, a política de reajuste de longo prazo.

Essa política vai permitir ao governo definir o valor do salário anualmente, sem necessidade de apreciação pelo Congresso.

A aprovação do mínimo de R$ 500 vai abrir uma nova batalha no Congresso: a da correção da tabela do Imposto de Renda. O governo pretende reduzir em 4,5% o desconto mensal do IR na fonte.

As centrais sindicais pedem mais: 6,5%. Elas prometem se mobilizar para a votação.

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Palavras-chave: governo , câmara , oposição , salário mínimo , IR , senado ,

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