Biólogos monitoram comportamento de botos no litoral de São Paulo

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Ciência | 26/10/2012 - 17h13

Para os biólogos do Projeto Boto-Cinza, os 200 botos que vivem no estuário de Cananéia (SP) são quase família.


Há mais de dez anos, uma parte da equipe se dedica a fotografar periodicamente os animais, anotando marcas de arranhões e machucados na cartilagem da nadadeira que ajudem a identificar cada um dos cetáceos.


“ Se eu passar mais de seis meses sem fotografar um animal, corro o risco de achar que é outro indivíduo por causa das novas marcas que ele adquiriu neste tempo”, disse Eric Medeiros, biólogo do projeto, que estuda a população e comportamento dos cetáceos e trabalha com educação ambiental. Este método não invasivo, chamado de não-invasivo porque não implica em interferir com a vida do animal, é usado em outras partes do mundo para estudos populacionais de zebras, tartarugas, botos e baleias.


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