Biscoito Oreo comemora cem anos

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Economia | 07/03/2012 - 11h13

Tecnicamente, é um "sanduíche de biscoitos de chocolate", feito com açúcar, farinha, óleo, xarope de milho e, é claro, chocolate, mas o Negresco, ou Oreo nos Estados Unidos, que comemora seus 100 anos, é, sobretudo, um ícone americano, o biscoito mais vendido do país e com fãs no mundo inteiro.


Para festejar este biscoito redondo, preto e recheado com um creme branco, festas surpresa foram realizadas na terça-feira (06/03) em sete cidades americanas, incluindo Los Angeles, houve queima de fogos de artifício em Xangai, festas de aniversário na Arábia Saudita e distribuições gratuitas na Venezuela.


Vendido em mais de 100 países, o Negresco, ou Oreo, rende mais de US$ 1,5 bilhão por ano (o equivalente a R$ 2,65 bilhões) para a Kraft, um dos maiores grupos de alimentos do mundo.


Fabricados a partir de uma fornalha da usina Nabisco, no distrito industrial de Chelsea, em Nova York, os biscoitos foram vendidos inicialmente em uma mercearia de Hoboken, Nova Jersey, do outro lado do Hudson. Eles eram maiores na época, custavam 30 centavos, atualmente custam US$ 6,69 (o equivalente a R$ 11,80 ), e rapidamente alcançaram o sucesso.


O negócio se expandiu com o creme de limão nos anos de 1920. Atualmente, já existe uma versão mini, recheios de manteiga de amendoim ou formato triplo, e durante apenas seis semanas, haverá uma edição limitada criada para o centenário.


De acordo com a Kraft, a metade dos fãs do biscoito, e geralmente as mulheres, segue o ritual da publicidade:"twist, lick, dunk" ("rodar, lamber, mergulhar"), rodar o biscoito para soltá-lo, lamber o creme de baunilha do interior e mergulhar os biscoitos em um copo de leite.


Depois, o biscoito atacou os livros culinários, canecas, brinquedos, livros infantis e até Barbie, com a marca nas sacolas de compras, para não mencionar o gelo Oreo da marca Ben e Jerry.


Na época do Black Power, entre os negros, ser chamado de Oreo (preto por fora, branco por dentro) era um insulto, disse, em 1991, um historiador do biscoito, Gerald Thompson.


Os judeus se lembram com carinho dos dias de 1998, quando foi lançado o Oreo kosher, sem banha de porco.

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