Relatório prevê redução na economia

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Economia | 01/04/2009 - 08h51

A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) reconheceu que o mundo vive a maior recessão em décadas. Porém, reforçou que não há comparação com a Grande Depressão de 1929.

O economista-chefe da OCDE, Klaus Schmidt-Hebbel, destacou que nenhum dos países-membros do organismo escapará da recessão em 2009, no que chamou de situação "sem precedentes".

As nações integrantes da entidade devem sofrer uma queda de 4,3% em sua atividade econômica neste ano. Segundo Schmidt-Hebbel, a recessão nesses países - muito mais pronunciada do que o 0,3% estimado em novembro passado pela instituição - será sucedida por uma situação de estagnação em 2010.

A crise traz consequências diretas na queda do nível de emprego. Sendo assim, a OCDE prevê que a taxa média de desemprego em seus países-membros passe de 6% em 2008 para 8,4% neste ano e 9,9% no próximo.

Uma das principais razões para o maior pessimismo nas previsões é a intensidade da crise sobre as principais economias emergentes - mais forte do que o esperado -, o que se traduzirá, segundo a entidade, em uma queda de 2,75% da atividade mundial em 2009, antes de subir 1,25% em 2010.

Quanto aos programas de estímulo fiscal para o período 2008-2010, o economista disse que representam em média 2,5% do PIB dos países da OCDE que já os iniciaram, sendo que nos EUA essa cifra é de 5,5%.

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