Em julgamento, sueca nega ter feito sexo com esqueleto

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Mundo | 28/11/2012 - 14h39

O tribunal de Gotemburgo, na Suécia, iniciou nesta terça-feira (27/11) o julgamento de sueca de 37 anos acusada de comprar e vender partes de esqueletos humanos e de usá-los para jogos sexuais.


A mulher enfrenta uma acusação por perturbar a paz dos mortos, um delito punido com até dois anos de prisão no país.


No momento de sua detenção, há dois meses, a polícia encontrou em seu apartamento em Gotemburgo vários crânios e outros restos de esqueletos humanos.


As provas incluem também fotos da mulher com os restos mortais, algumas em sua cama.


Além disso, descobriram uma fala em um fórum na Internet onde a mulher anunciava que abriria um site com fotos pornográficas "com belos homens e mulheres mortos".


No computador da acusada foi encontrada também uma longa confissão com o título "Minha necrofilia", na qual afirma ser necrófila desde a infância e que esses sentimentos adquiriram caráter sexual na puberdade.


Na abertura do julgamento, a mulher negou nesta terça-feira de novo através de sua advogada todas as acusações e ressaltou que seu interesse pelos esqueletos é por motivos históricos e que não os tratou de forma humilhante.


Segundo um exame psiquiátrico preliminar, a acusada não apresenta nenhum transtorno mental grave.


A mulher, que permanece em prisão preventiva desde sua detenção em setembro, nunca exerceu uma atividade profissional e vive da ajuda dos serviços sociais.


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