Japão questiona uso de robôs americanos em Fukushima

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Mundo | 10/05/2011 - 15h58

O Japão pode ser referência quando o assunto é tecnologia robótica, mas o país parece depender dos robôs fabricados pelos americanos para ajudar na crise nuclear, desencadeada pela explosão de reatores da usina de Fukushima, após o terremoto e tsunami de 11 de março.


A imagem turva do robô de fabricação americana, chamado Packbot, entrando na central nuclear que se transformou em um dos símbolos da tragédia no país do Extremo Oriente, levou milhares a questionarem: onde estão os robôs japoneses?


Ao contrário dos Estados Unidos, no Japão é proibida a fabricação de robôs militares. Mas em um país com usinas nucleares construídas sobre linhas de falha geológicas, alguns dizem que o governo subfinanciou o desenvolvimento desses robôs especializados.


“Acredita-se, no Japão, que usinas nucleares nunca vão registrar acidentes desse tipo. Por isso, o governo japonês não investiu dinheiro suficiente”, afirmou Hajime Asama, professor de Engenharia da Universidade de Tóquio.


Fora da zona de perigo nuclear, os robôs japoneses são bem aproveitados. Escavadeiras operadas por controle remoto, máquinas capazes de fazer buscas debaixo da água, e unidades móveis de vigilância vão a lugares aonde os humanos não podem ir.


Mas há também robôs que oferecem ajuda aos humanos de outras maneiras. Um deles, por exemplo, oferece cuidados de saúde mental para as pessoas que foram retiradas das áreas afetadas.


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