Justiça russa se nega a libertar cantoras acusadas de criticar Putin

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Mundo | 15/03/2012 - 15h35

Um tribunal de Moscou se negou, nesta quarta-feira (14/03), a libertar duas integrantes do grupo feminino de punk rock Pussy Riot, acusadas de terem cantado numa igreja uma música cuja letra criticava Vladimir Putin.


O tribunal decidiu deixar em prisão preventiva Nadejda Tolokonnikova e Maria Alekhina até a próxima audiência, marcada para abril.


Elas são acusadas de "vandalismo cometido em grupo organizado" e poderão ser condenadas a uma pena de até sete anos de prisão.


Em 21 de fevereiro, cinco membros do Pussy Riot, usando capuzes coloridos, cantaram na catedral moscovita de Cristo Salvador uma canção chamada "Oração punk", que criticava Putin, atual premiê que foi eleito presidente russo pela terceira vez no início de março.


Em apoio, manifestantes se reuniram em frente à Corte de Moscou e sofreram ataques. Um dos grupos que não concordam com os protestos jogou água benta sobre os fãs da banda.


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