Líbia recebe pedido de desculpas e liberta funcionários

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Mundo | 03/07/2012 - 12h58

A Líbia libertou nesta segunda-feira quatro funcionários do Tribunal Penal Internacional (TPI) que estavam presos desde o começo de junho por suspeita de espionagem, num caso que representou a maior polêmica diplomática para o governo provisório líbio desde a revolução de 2011.


A advogada australiana Melinda Taylor e a intérprete libanesa Helene Assaf haviam sido presas na localidade de Zintan, acusadas de contrabandear documentos e gravadores para o detento Saif al-Islam, filho do deposto governante Muammar Gaddafi. Dois outros funcionários do TPI, ambos homens, decidiram permanecer com as colegas.


Os quatro foram soltos após um pedido de desculpas do TPI, cujo presidente, Sang-Hyun Song, viajou a Zintan para a libertação, após várias semanas de pressão por parte da corte internacional, do Conselho de Segurança da ONU e do governo australiano.


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