Luxo de traficantes vai parar em museu

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Mundo | 10/01/2010 - 13h08

O corpo empalhado do cachorro campeão em detecção de droga no México monta guarda sobre as pistolas de ouro e brilhantes dos senhores do narcotráfico no militar Museu do Enervante.

Cerca de duas dezenas de armas douradas, algumas com os nomes dos criminosos gravados nos canos, repousam em suas vitrines, no coração da sede da Secretaria da Defesa Nacional, na capital mexicana.

O guia do museu explica que nem todos os traficantes podem ter uma arma assim.

Não só porque custam entre US$ 20 mil e US$ 30 mil (o preço de dois quilos de cocaína, aproximadamente), mas também porque adquirir uma depende do respeito e da categoria que tenham conquistado.

O luxo da narcocultura está presente em todo o tipo de objeto apreendido com os chefes e outras "personalidades" detidas, como um celular de ouro que pertenceu a Daniel Pérez Rojas, "El Cachetes", do grupo Los Zetas, braço armado do Cartel do Golfo.

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