Países europeus fazem racionamento energético após Rússia cortar fornecimento de gás

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Mundo | 08/01/2009 - 11h56

Os países da Europa Central e do Leste começaram a fazer racionamento de gás natural, após amanhecer nesta quarta em meio a uma forte onda de frio e sem uma gota do gás russo que normalmente cobre boa parte de suas necessidades energéticas.


O corte total das provisões de gás natural da Rússia à Europa, passando pela Ucrânia, foi confirmado nesta quarta-feira tanto pelo monopólio gasista russo Gazprom, como pela companhia ucraniana Naftogaz, que trocam acusações de tê-lo originado. Pelo menos 16 países estão afetados, da Macedônia à França, mas o que mais sofre é a Bulgária, que tem na Rússia a única fonte para os 12 milhões de metros cúbicos de gás que importa por dia, e que respondem por 90% de suas necessidades energéticas.

Sófia detectou já nesta terça o corte total do fornecimento que em poucas horas deixou milhares de lares sem calefação em cidades como Russe, às margens do Danúbio, que não conta com reservas ou fontes alternativas para compensar este corte.

Em todo o país, que nesta época do ano tem temperaturas entre sete e 12 graus abaixo de zero, o fim da provisão de gás russo reduziu o consumo para 4,5 milhões de metros cúbicos por dia, informou o ministro búlgaro de Economia e Energia, Petar Dimitrov, que pediu que os pequenos consumidores economizem a calefação.

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