Sem Bin Laden, morre a Al-Qaeda?

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Mundo | 03/05/2011 - 14h44

Segundo a especialista em Oriente Médio, Maha Azzam, com a morte de Bin Laden e mesmo que Ayman al-Zawahari assuma o comando da Al-Qaeda, não há muito que possa ser feito para ressuscitar a organização terrorista.


“O mais importante foi o que aconteceu no Oriente Médio, em termo de movimentos pró-democracia que emergiram para desafiar a ordem política existente, porque isso tirou a atratividade da Al-Qaeda mesmo para a minoria. Então, estamos falando de minorias das minorias, que ainda podem considerar a Al-Qaeda interessante, mas que serão superadas pela grande maioria que escolherá fazer mudanças através de métodos não violentos”, opina

a especialista em política muçulmana e pesquisadora da Think Tank Chatham House.


Segundo Maha Azzan, Bin Laden tornou-se, de fato, para os poucos que acreditam nele, um mártir e mártires geram seguidores, o que, neste caso, pode resultar em tentativas de retaliação e vingança.


Por isso, segundo ela, o risco de ataques terroristas aumentou para as próximas semanas e meses. "Obviamente, teremos de ter mais vigilância, mas não significa que, no fim, a organização ou o que sobrou da Al-Qaeda vai se fortalecer”, defende.


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