Síria: Médicos improvisam hospitais para atender feridos

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Mundo | 02/03/2012 - 17h24

Em um hospital improvisado na Síria, perto da fronteira com o Líbano, Kassim al-Zahim se arrisca a atender pacientes feridos nos confrontos com forças do ditador Bashar al-Assad.


Segundo o médico, isso é considerado um crime pior que portar armas. "Mesmo quando eu trabalhava em um hospital do governo, havia sérias restrições quanto ao atendimento a [opositores] feridos", disse Zahim.


O médico criou suas próprias instalações após a invasão de militares ao hospital em que ele trabalhava antes do levante popular contra o presidente e seu regime.


Na província de Iglib, no norte da Síria, manifestantes feridos se recuperam em um outro hospital improvisado.


Segundo a ONU, as forças de Assad já mataram mais de 7.500 civis ao longo de 11 meses de conflitos - o número de feridos é ainda maior.


Alguns rebeldes supostamente abandonaram Homs, após 26 dias de cerco à cidade pelos homens do Exército, fiel ao ditador.


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