Sobrevivente fala sobre trágedia na Noruega

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Mundo | 08/06/2012 - 10h14

O jovem Adrian Pracon, de 22 anos, sobreviveu para contar sua história. Ele foi uma das vítimas do massacre de Utoya, na Noruega, e conta que Anders Breivik o poupou por ter a aparência física “de alguém da direita”.


A Noruega viveu, no dia 22 de julho de 2011, a maior tragédia do país desde a Segunda Guerra Mundial. Dois atentados deixaram um saldo de 93 mortos. Primeiro, uma bomba explodiu no centro da capital, Oslo, na região onde estão localizados vários prédios governamentais, inclusive o escritório do premiê, Jens Stoltenber.


A segunda tragédia aconteceu em uma ilha próxima da capital, Utoya. Lá, Anders Behring Breivik, um homem de 32 anos vestido com uniforme da polícia, abriu fogo contra jovens reunidos em um acampamento de verão. Ao menos 86 morreram, a maioria pelos tiros disparados. Alguns outros morreram afogados após tentarem fugir nadando. Ele foi detido logo depois pela polícia e admitiu o crime. O atirador - que é ligado à extrema-direita - teve envolvimento nos dois ataque.


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