Veja o momento da morte do atirador de Toulouse

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Mundo | 22/03/2012 - 12h27

Depois de 32 horas de cerco, os policiais invadiram nesta quinta-feira (22/03) o apartamento de Mohamed Merah, o suspeito de ataques contra militares e uma escola judaica na região de Toulouse, sudoeste da França. Merah ainda tentou fugir pela janela e trocou tiros com policiais, mas acabou sendo morto com um tiro na cabeça.


Sete pessoas foram mortas na área de Toulouse em nove dias - três militares, um rabino e três crianças de uma escola judaica. De acordo com autoridades, Merah viajou para o Afeganistão e Paquistão para treinamento.


O francês de origem argelina de 23 anos, que se declarou afiliado à rede terrorista Al-Qaeda, é o suspeito de ter matado quatro pessoas, entre elas um homem, seus dois filhos e uma menina de sete anos em frente à escola judaica Ozar Hatorah, em Toulouse, na segunda-feira (19/03).


O rabino e professor franco-israelense Jonathan Sandler esperava no ponto de ônibus com seus dois filhos quando foi surpreendido pelo assassino que atirou nos três e, logo depois, perseguiu uma outra garotinha, matando-a à queima roupa. Um jovem de 17 anos ficou gravemente ferido.


Policiais dizem que foi usada uma pistola de calibre 45, mesma arma utilizada em outros dois atentados na região de Toulouse, em que três militares, um antilhês e dois árabes do norte da Africa, perderam a vida.


Mais de 100 estudantes estavam no colégio no momento em que o assassino efetuou os disparos. O rabino Sandler tinha 35 anos e seus filhos tinham 4 e 5 anos, respectivamente. A menina de sete anos, Myriam Monsonegro, era filha do diretor do colégio.


A onda de violência fez com que as autoridades francesas reforçassem a segurança nas escolas e sinagogas. O atentado revoltou a França, país onde raramente se veem ataques a colégios. Além disso, atraiu a condenação de Israel e EUA.


O fato está repercutindo na campanha eleitoral - os franceses votarão para presidente em 22 de abril. A polícia francesa investiga duas cartas de ameaça, idênticas, enviadas a duas sinagogas da região. O antissemitismo não deixa dúvidas, como demonstra o seguinte trecho: "..Vocês são o povo de Satã, que os espera no inferno".


*Com RFI - Radio France Internationale


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