Yoko Ono adere a campanha por libertação das Pussy Riot

enviar por e-mail
* campos são obrigatórios
corrigir
* campos obrigatórios
Mundo | 24/09/2012 - 15h02

A militante pacifista Yoko Ono aderiu nesta sexta-feira (21/09) aos apelos pela libertação de três integrantes da banda feminina Pussy Riot, da Rússia, condenadas a dois anos de prisão por fazerem uma "oração punk" contra o presidente Vladimir Putin em uma catedral moscovita.


"Acho que o Pussy Riot se mantém firme na sua crença pela liberdade de expressão e deixa todas as mulheres do mundo orgulhosas", disse Ono a jornalistas em Nova York, ao lado do marido e da filha de quatro anos de uma das artistas presas.


Ela concedeu às três mulheres - Nadezhda Tolokonnikova, Maria Alyokhina e Yekaterina Samutsevich - um prêmio em dinheiro que leva o nome do seu falecido marido, o Beatle John Lennon.


Outras personalidades mundiais - da cantora Madonna à líder de oposição birmanesa Aung San Suu Kyi - já manifestaram apoio à libertação das integrantes da banda.


O marido de Tolokonnikova, Pyotr Verzilov, recebeu o prêmio em nome das três e contou que nesta semana ele e a filha visitaram Tolokonnikova na prisão pela primeira vez em seis meses.


Ele disse que a menina levou para a mãe um desenho no qual planeja a fuga dela. "Ela quebra os muros da prisão e ajuda Nadia a escapar", contou.


Veja também na TViG:


Ativista seminua protesta com serra elétrica a favor da banda Pussy Riot


Integrantes do Pussy Riot são julgadas em Moscou


Justiça russa se nega a libertar cantoras acusadas de criticar Putin


Primeiro-ministro russo defende libertação de integrantes da Pussy Riot

Palavras-chave: reuters , rússia , personalidades , beatle , eua , integrantes , yoko , russo , grupo , pussy , russos , banda , ex-beatle , riot , vladimir putin , oração , nova york , yoko ono , mulheres , libertação , apoio , prêmio , detenção , punk , catedral , john lenon , causa , russas , prisão , estados unidos , russa , pussy riot ,

Gostou?

VIDEOS RELACIONADOS

Ver todos