Corrupção na Petrobras pagou campanhas, diz governador eleito do Maranhão

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Política | 17/11/2014 - 20h59

Depois de meio século, o clã Sarney perdeu o poder no Maranhão. A partir de 1º de janeiro, o Estado nordestino, que apresenta alguns dos piores índices sociais e econômicos do Brasil, passa a ser comandado por Flávio Dino, de 46 anos, eleito no primeiro turno com 63,52% dos votos.

Entrevistado por Tales Faria (publisher do iG), Rodrigo de Almeida (diretor de jornalismo), Paula Pacheco (editora executiva de Último Segundo e Economia) e Wanderlei Preite Sobrinho (repórter especial), Flávio Dino analisa a situação dos partidos políticos depois do avanço das investigações da Operação Lava Jato, da Polícia Federal, que envolvem denúncias de corrupção e caixa dois na maior empresa do País, a Petrobras.

Algumas centenas de milhões de reais podem ter sido desviados dos cofres da petroleira para financiar campanhas políticas de três partidos: PT, PP e PMDB, conforme mostram as investigações até o momento.

Palavras-chave: Maranhão , Sarney , Flavio Dino , Governo do Estado , PCdoB ,

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