Papo na redação: Arrecadação maior ou menor é questão de estratégia

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Política | 11/08/2014 - 15h55

Embora as principais campanhas presidenciais sejam unânimes em dizer que está mais difícil encher para os cofres eleitorais, cada candidato segue uma estratégia própria na hora de tornar pública a arrecadação da campanha.

Nesta etapa da corrida ao Planalto, os dados das primeiras prestações de contas não necessariamente refletem o potencial dos candidatos de atrair contribuições. Pesa também o jogo de interesses de cada um.


Na campanha do tucano Aécio Neves, por exemplo, a ideia de apresentar uma arrecadação alta logo na largada da disputa é uma forma de passar ao eleitor a ideia de que o mercado e o empresariado acreditam na possibilidade de vitória do PSDB.

Já para o PT da presidente Dilma Rousseff, a estratégia é oposta. O que os petistas alegam é que não interessa à campanha apresentar já na primeira fase da disputa o caixa gordo, principalmente com muitos doadores. Nesse caso, mais vale preservar doadores que mantêm negócios com o governo e preferem aparecer o mínimo possível na mídia. 

A diretora da sucursal de Brasília, Clarissa Oliveira, e o repórter Marcel Frota explicam como operam nos bastidores as equipes de arrecadação das principais campanhas presidenciais.

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