Brasília quer proibir narguilé a menores

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Saúde | 21/02/2011 - 11h58

A Câmara Legislativa do Distrito Federal estuda proibir a venda de narguilé a menores de 18 anos. O uso é cada vez mais frequente entre os jovens.

O narguilé é uma espécie de cachimbo, tradicional em países do Oriente Médio.

O que o caracteriza é o uso de água, que suaviza a fumaça e o fato que o ato de fumar com narguilé, ao contrário do cigarro, pode ser compartilhado.

Mas o narguilé é uma moda cara. É preciso comprar o fumo, o carvão e o próprio aparelho, que varia de R$ 50 a até R$ 700.

Para os médicos, a maior exposição à nicotina e o tipo de tabaco utilizado representam muitos perigos para os usuários.

Segundo o pneumologista Carlos Alberto Viegas, em uma sessão de narquilé de cerca de duas horas, com seis pessoas fumando, cada uma delas inala a fumaça correspondente a 100 cigarros.

O pneumologista também alerta que o fato de que não se queima o tabaco diretamento, mas primeiro se queima o carvão, a concentração de monóxido de carbono no narguilé é 400 vezes maior do que na fumaça do cigarro.

Viegas ainda cita outros perigos do narguilé: a trasmissão de doenças infecciosas como a hepatite C, herpes e tuberculose, devido ao uso do mesmo bocal.

Para tentar frear o seu consumo em Brasília, os deputados distritais analisam um projeto de lei que proíbe a venda de narguilés aos menores de idade.

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Palavras-chave: tabagismo , narguilé , distrito federal , fumo ,

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