Álcool na gravidez traz riscos aos bebês

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Saúde | 23/02/2011 - 20h58

Fumar na gravidez não pode, é consenso. Situação bem diferente de quando se fala em bebida alcoólica.

No Brasil, um estudo feito com grávidas mostrou que metade delas consumiu álcool em algum momento da gestação. O assunto é polêmico entre os próprios médicos.

Para a sociedade de pediatria de São Paulo, uma taça de vinho já pode ser prejudicial para o bebê. Quando a mulher está grávida, o álcool ingerido pode ser absorvido com rapidez pela placenta e segue direto para a corrente sanguínea do feto.

Clóvis Constantino, médico e presidente da Sociedade de Pediatria de São Paulo, explica que dependendo da fase na gravidez em que o álcool foi ingerido, poderá ocasionar desde abortos a malformação no sistema nervoso central.

"Ainda não temos o risco específico do álcool na gravidez, por isso a recomendação é que seja cortado", completa a médica Ana Cláudia Granja.

Os pediatras consideram a síndrome alcoólica fetal um problema de saúde pública e vão levar para o Congresso Nacional uma recomendação: que os rótulos de bebidas alcóolicas contenham uma alerta para as gestantes.

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Palavras-chave: gravidez , álcool , síndrome alcoólica fetal ,

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