OMS constata aumento de risco de câncer na região de Fukushima

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Saúde | 01/03/2013 - 15h43

Os moradores das áreas mais afectadas pelo acidente na usina nuclear de Fukushima, dois anos atrás, têm um risco maior de desenvolver certos tipos de câncer, afirmou a Organização Mundial da Saúde (OMS) em relatório divulgado na quinta-feira (28/02). O terremoto seguido de tsunami, que devastou a instalação nuclear de Fukushima em 11 de março de 2011, provocou a morte de aproximadamente 19 mil pessoas e fez com que aproximadamente 160 mil deixassem as suas casas.

 

Nas áreas mais contaminadas, a OMS estimou que, entre crianças do sexo feminino, há um risco 70% maior de desenvolver câncer da tireoide ao longo da vida. A tireoide é o órgão mais exposto à concentração de iodo radioativo, e as crianças são consideradas especialmente vulneráveis.
Em seu relatório de 166 páginas, a OMS diz esperar que, num raio de 20 quilômetros das instalações nucleares, as taxas de câncer de tireoide entre as meninas expostas à radiação devam ser de até 1,25%. Segundo a OMS, o risco normal de câncer de tireoide no decorrer da vida de uma pessoa do sexo feminino que vive na região é de 0,75%.

 

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