Venda de obra ´O Grito` por R$ 231 milhões quebra recorde

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Cultura | 03/05/2012 - 11h25

Com US$ 119,9 milhões (cerca de R$ 231 milhões), a obra "O Grito", de Edvard Munch (1863-1944), tornou-se a pintura mais cara da história a ser vendida em um leilão, nesta quarta-feira (2/5), caso se cumpram as previsões de que o quadro arrecade até 150 milhões de dólares.


Em um texto publicado em seu perfil no Facebook, a Sotheby's - casa onde aconteceu o leilão, em Nova York - conta que houve uma "disputa" pela compra do quadro. "Sete candidatos lutaram por mais de 12 minutos antes de o martelo descer e estabelecer o novo recorde mundial", diz a nota.


Antes do leilão, a Sotheby's foi longe para proteger a pintura. Ela ficou sob vigilância 24 horas por dia na sede da instituição, em Nova York, onde fica abrigada em uma minigaleria especialmente construída para isso, atrás de cercas elétricas.


Duas das quatro telas "O Grito" foram roubadas de museus, em 1994 e 2004, mas ambas foram recuperadas depois. O proprietário do exemplar vendido nesta quarta era Petter Olsen, cujo pai foi amigo e vizinho de Munch. Ele afirmou que, com o dinheiro conseguido com essa sua versão, de 1895, planeja fundar um museu.


Uma das quatro versões feitas pelo pintor escandinavo, vendida pelo empresário norueguês Petter Olsen, "O Grito" ofuscou facilmente o antigo recorde de leilões, que era da obra "Nu, folhas verdes e busto", de Pablo Picasso, vendida por 106,5 milhões (cerca de R$ 203 milhões) na Christie's há dois anos.

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