A morte do empresário Marcos Kitano Matsunaga, ex-diretor da Yoki Alimentos, é um dos crimes recentes que chocaram o Brasil.
O empresário foi assassinado e esquartejado em São Paulo, e sua mulher, Elize Matsunaga, confessou a autoria do crime.
Outro caso que ficou bem conhecido foi o do ex-goleiro do Flamengo, Bruno Fernandes, acusado de mandar matar a amante Eliza Samudio em junho de 2010.
Para a polícia, o crime foi cometido porque o jogador não queria reconhecer a paternidade do filho que o jogador teve com a amante. O corpo de Eliza até hoje não foi encontrado e há suspeita que tenha sido esquartejado e devorado por cães.
Mas, muito antes do Caso Yoki e do ex-goleiro Bruno, outros crimes que envolvem mutilação de corpo ganharam repercussão. Para saber detalhes sobre esses delitos, a TViG foi no Museu da Policia Civil de São Paulo, que fica dentro da USP, e conversou com o investigador José Rafael Neves que trabalha no local.
Um desses casos é o de Francisco Costa Rocha conhecido como Chico Picadinho. Ele cometeu seu primeiro assassinato em 1966, e a vítima, uma bailarina austríaca foi estrangulada e teve o corpo retalhado em vários pedaços.
Após ser condenado a mais de 20 anos de prisão, o criminoso foi colocado em liberdade, em 1974, por bom comportamento.
Dois anos depois, no entanto, ele cometeu novo assassinato, dessa vez uma prostituta que também teve seu corpo esquartejado.
O Crime da Mala foi outro caso que chocou o Brasil no início do século 20.
Um imigrante italiano, Giuseppe Pistone, assassinou sua esposa, Maria Fea, e ocultou seu corpo em uma mala que seria enviada para Bordeaux, na França. Como o corpo de Maria Fea não cabia inteiro na mala, ele quebrou todas as articulações.
Na autópsia descobriram que ela estava grávida de seis meses de uma menina.