O Candomblé veio da mistura de crenças dos escravos africanos das tribos Yoruba, Bantu e Fon, com uma pitada de Catolicismo. Ele tem cerca de dois milhões de seguidores e a maioria vive no Brasil.
Seu Deus se chama Oludumaré e é servido por entidades menores conhecidas como Orixás.
Seus seguidores acreditam que cada pessoa é filha de um Orixá específico que lhe protege e controla seu destino. Não existe o conceito de “bem” versus “mal”. As pessoas tem que cumprir seu destino e não importa se o resultado é positivo, negativo, construtivo ou destrutivo.
A religião não tem livro sagrado. Ela é passada oralmente e seus cultos envolvem danças coreografadas, canto e música.
Já a Santeria é uma religião Afro-Caribenha que também tem elementos da cultura Yoruba e cuja origem está associada ao comércio de escravos em Cuba. Seus seguidores também acreditam no Deus Oludumaré, nos Orixás e a pitada de Catolicismo também está presente, pois alguns Orixás estão associados a Santos e Santas da Igreja Católica.
Através de rituais que incluem música, canto, dança e comida, os humanos entram em contato com os Orixás. Isso geralmente acontece em um ligar chamado “Ilê”, ou “casa”, sob o comando de um Babalorixá, que é o líder espiritual da comunidade.
Da mesma forma que o Candomblé, a Santeria não tem livro sagrado e é passada oralmente através das gerações.
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