O amor está no cérebro

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Mundo | 14/02/2009 - 19h41

O amor é objeto de estudo da ciência. Pesquisadores acreditam que complexas reações químicas demonstram que o ato de se apaixonar reside no cérebro e não o coração.

Um dos cientistas que apóia esta teoria é David Pérez, da Sociedade Espanhola de Neurologia. Para ele, o hipotálamo é fundamental para produzir os dois hormônios relacionados à paixão: a oxitocina e a vasopresina.

Para Pérez, no entanto, isto não prova que a paixão possa ser vendida em frascos, afinal, segundo o especialista, apaixonar-se depende muito mais do que dois hormônios.

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